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TEATRO DA VILARINHA

 

Edifício do final do séc. XIX, construído para Posto da Guarda-fiscal, semelhante a outros localizados naquela via – fronteira da Cidade do Porto. Foi transformado em Teatro da Vilarinha segundo o projecto da arquitecta Fernanda Seixas.

 

Espaço edificado num imóvel de interesse concelhio, propriedade da Junta de Freguesia de Aldoar, com o apoio de: Ministério da Cultura, Câmara Municipal do Porto, Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional/Norte, Governo Civil do Porto e Junta de Freguesia de Aldoar.

Características – Aberto ao público em Outubro de 1996, o Teatro da Vilarinha compreende, para além da Sala de Espectáculos situada no corpo central do edifício, dois corpos laterais, com dois pisos cada, onde, num deles funcionam os serviços administrativos e os serviços de gestão e de produção, e no outro a sala de ensaios e de reunião e ainda o ateliê de figurinos e adereços.

 

 

 

 

 

 

 

 

A sala de espectáculos está equipada com uma plateia fixa de cadeiras estofadas, de assento rebatível, com braços, em madeira. Em número de 106 lugares, o acesso do público é feito por duas coxias laterais ao longo da sala. Tem ainda dois lugares para deficientes (cadeira de rodas).

Situada num pequeno balcão, em piso superior, encontra-se a cabina técnica de operação de luz e de som, equipada com as respectivas mesas de comando e restante equipamento.

O palco em madeira (pinho tratado de 250mm) de 6 M de largura por 8 M de fundo, possui 5 quarteladas de acesso ao sub-palco que abrange toda a área superior.

A caixa de palco com 9 M de altura, sub-teia, está equipada com 12 varas motorizadas, das quais 5 electrificadas. Existem ainda 2 varas fixas, para iluminação, frontais ao palco, e 14 aberturas no tecto da sala que poderão ser utilizadas para fixação, não só de iluminação, como de qualquer outro equipamento.

Na teia está instalada a maquinaria de cena, cujo acesso é feito por uma escada helicoidal a partir dos bastidores.

 

A boca de cena com 4,5 M de altura por 6 M de abertura, possui pano de boca, em vara motorizada, com operação a partir da cabina técnica.

Os bastidores, exteriores ao palco, permitem o acesso dos intérpretes ao espaço de actuação, tanto pela lateral, como pelo fundo do palco.

Os camarins, equipados com sanitários e chuveiro, estão situados num pequeno edifício autónomo de dois pisos, incorporado nos bastidores. No piso superior está situado o depósito do guarda-roupa.

Existe ainda uma oficina, equipada com a ferramenta necessária, destinada à construção de cenários, com acesso directo ao exterior, para carga e descarga, e também ao palco.

 

 

Público – O público tem acesso à sala de espectáculos por uma porta lateral a partir de um hall de entrada, equipado com sanitários (S-H-Def) e pequeno bar. O hall compreende ainda um espaço ao ar livre intra-muros. O hall de entrada comunica directamente com os serviços administrativos.

Em termos de conforto do público, a Sala de Espectáculos possui os sistemas de segurança exigidos pela lei, para além de aquecimento, com “ar novo”, e de extracção de ar.

 

Alvará de Licença de Recinto nº 334/2008 – N.I.R. 13.12.0530

 

 

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